sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Olá Queridos (as), Graça e Paz!!!

Estamos com o site no ar - www.ibmpetrolandia.com.br/ - DIVULGUEM, façam sugestões, participem.

Estaremos atualizando sempre o site com informações da Igreja e do nosso Ministério em Petrolândia-PE.

A Igreja Batista Missionária em Petrolândia é uma Família de Discípulos.

Um abraço carinhoso,

Pr. Ricardo Rodolfo

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A ERA DO DESASSOSSEGO

É de impressionar o que aconteceu com a alma humana nas últimas décadas.
As pessoas ficaram muito mais doentes...
Fragmentação é a palavra que melhor define o que está acontecendo com o ser humano urbano no planeta Terra.
Um dos lugares onde tal fragmentação aparece de modo cada vez mais marcante é nas relações de natureza afetiva.
Tanto de homens como de mulheres o que ouço cada vez são queixas.
As mulheres falam da falta de consciência dos homens a respeito do significado de um casamento de verdade.
Já os homens se queixam do fato de que não sabem se podem confiar em suas esposas, posto que saibam como todo mundo está dando mole pra todo mundo — e esse medo masculino talvez seja também resultado de que o homem julga a mulher sexualmente, agora, pelos seus próprios critérios masculinos; e imagina que ela ‘deseja interiormente’ do mesmo modo que em geral acontece com o homem.
Assim, sofrem as conseqüências de seu próprio veneno.
São carências abismais...
Quase ninguém consegue mais ficar sozinho por um tempo.
A maioria entra em profunda crise de auto-estima se não tiver algum tipo de parceiro sexual.
Sexo é o grande garantidor do valor da maioria das pessoas: teve sexo, está bem; não teve, está mal.
Posso sentir o frenesi no ar...
As ondas que vibram são de um desassossego profundo...
Posso ouvir o respirar resfolegante de seres em um cio existencial insaciável.
Às vezes me dá a sensação de olhar para as pessoas e ver buracos...
Outras vezes parece que vejo garranchos, gambiarras...
Há ocasiões que me dá a impressão de olhar e ver muitas pessoas numa mesma...
Ou me dá a aflição de parecer ver pessoas que foram montadas: um pedaço de cada lado, sem serem elas mesmas jamais, mas apenas partes, incongruentes e desconexas.
Mas o que mais vejo é gente que parece estar com a alma para fora..., tais são as pulsões que se pode quase que ver dentro delas.
É como se tivessem perdido a pele, a cobertura, a proteção; e tivessem ficado vazadas, com tudo exposto; tamanho é o avesso de ser no qual se colocaram.
Hoje está mais fácil encontrar e sair com pessoas do que nunca antes.
No entanto, nunca foi tão arriscado; especialmente se isso implica também em qualquer forma de relacionamento, posto que a maioria das pessoas esteja com a alma muito enferma; e, também, da maioria se pode dizer: legião é seu nome porque cada um “é muitos”.
Numa época como esta a melhor palavra é: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus!”
Mas do que nunca, quem desejar manter a alma no bem, terá que saber, aprender e praticar, a verdade que diz: “Em descansardes e em sossegardes está a vossa salvação”.
A grande vitória nestes dias é manter a vida sob a consciência do entendimento do Evangelho, preservando o coração na paz, dando sempre mais valor para tudo aquilo que promove a serenidade do coração; e não para as aventuras galopantes que têm o poder dos raios, mas que não aquietam o coração.
“Espera no Senhor e faze o bem; busca a paz, e empenha-te por alcançá-la”.
É no espírito dessa Palavra que se tem que viver cada vez mais.
Quem não crer existirá para saber que não viveu.
CAIO FÁBIO

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sete coisas que nos podem destruir

Sete coisas que podem nos destruir segundo Gandhi

A consciência nos ensina que os fins e os meios são inseparáveis. Os fins não justificam os meios.

  1. Riqueza sem trabalho.
  2. Prazer sem consciência.
  3. Conhecimento sem caráter.
  4. Comércio sem moralidade.
  5. Ciência sem humanidade.
  6. Adoração sem sacrifício.
  7. Política sem princípios.

Veja como cada uma representa um fim atingido mediante meios sem princípios ou sem valores.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Natal não é um só - Pr. Ed René Kivitz

O Natal não é um só: um é o Natal do egoísmo e da tirania, outro é o Natal da abnegação e da diaconia; um é o Natal do ódio e do ressentimento, outro é o Natal do perdão e da reconciliação; um é o Natal da inveja e da competição, outro é o Natal da partilha e da comunhão; um é o Natal da mansão, outro é o Natal do casebre; um é o Natal do prazer e do amor, outro é o Natal do abuso e da infidelidade; um é o Natal no templo com orquestra e coral, outro é o Natal das prisões e dos hospitais; um é o Natal do shopping e do papai noel, outro é o Natal do presépio e do menino Jesus.

O Natal não é um só: um é o Natal de José, outro é o Natal de Maria; um é o Natal de Herodes, outro é o Natal de Simeão; um é o Natal dos reis magos, outro é o Natal dos pastores no campo; um é o Natal do anjo mensageiro, outro é o Natal dos anjos que cantam no céu; um é o Natal do menino Jesus, outro é o Natal do pai dele.
O Natal de José é o instante sublime quando toma no colo o Messias. A partir daquela primeira noite jamais conseguiria dormir em paz. Sob seus olhos e sua responsabilidade cresceria aquele de quem falaram a Lei e os profetas. Era de José a tarefa de ensinar ao menino a respeito de sua verdadeira identidade. Enquanto recitava o profeta Isaías: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. E deleitar-se-á no temor do SENHOR; e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos. Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com eqüidade aos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará ao ímpio, e a justiça será o cinto dos seus lombos, e a fidelidade o cinto dos seus rins”, dizia ao garoto, “esse aí é você, meu filho”.
O Natal de Maria é um canto de redenção: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador”. O Magnificat anuncia a redenção de geração em geração, obra das mãos do Deus que visita e abençoa os humildes e pobres, mas humilha e despede de mãos vazias os poderosos e prepotentes. Uma redenção que transborda a subjetividade do foro íntimo e se esparrama pelo chão das sociedades injustas, atravessando o tempo e fazendo livres nossos filhos e os filhos dos nossos filhos.
O Natal do anjo mensageiro é proclamação de boas notícias a todos: José, Maria, pastores no campo e todos os que inclinarem seu ouvido e coração para ouvir. Menos para o menino Jesus. A boa notícia de Deus aos homens a quem quer bem, é também vaticínio de morte para o menino na manjedoura. Ao divulgar que na cidade de Davi nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor, o anjo mensageiro desperta a ira de Roma, seus governantes e imperadores. Somente César é Salvador, filho de Deus e Senhor. Mas de agora em diante estaria presente no mundo aquele cujo reino jamais terá fim. A pedra profetizada por Daniel, solta pela mão de Deus para esmagar todos os reinos deste mundo já rolava na história, e atendia pelo nome de Jesus. As espadas romanas derramaram sangue inocente (os impérios deste mundo sempre derramam sangue inocente), mas o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, sobreviveu para desfazer a grande mentira: a Pax nunca foi romana.
O Natal dos anjos cantores definiu que Deus somente é glorificado nos céus quando há paz na terra entre os homens. Desde então, Natal é necessariamente compromisso com a justiça, convocação para a reconciliação, outorga de perdão. Os pastores no campo deixaram seus rebanhos, que guardavam do mal, movidos pelo ímpeto da curiosidade e pelo impulso do maravilhamento, e quem sabe, guiados pela intuição de que naquela noite em Belém o mal estava acuado, reforçando as frágeis trancas das portas de seus territórios, sabendo já que seus dias eram contados. Havia irrompido o tempo quando o lobo e o cordeiro dormiriam juntos, e nenhum espírito tenebroso ousaria ferir a noite do nascimento do príncipe da Paz.
E o Natal dos três reis Magos? O Natal dos três (que não eram necessariamente três) reis (que não eram reis) magos (que não eram magos) foi tempo de adoração. Estudiosos dos corpos celestiais, viram a estrela no Oriente, e foram em busca do rei dos judeus, para o adorar. Trouxeram consigo ouro, incenso e mirra, pois sabiam que adorar é servir, doar, presentear. O menino que recebeu presentes enquanto na manjedoura distribuiu entre os pobres as suas riquezas e nos ensinou: quem deseja me dar um presente que o faça a um dos meus pequeninos. Assim, até hoje, os adoradores de Jesus se espalham no mundo distribuindo riquezas, abençoando os que sofrem, suprindo os pobres, promovendo a justiça e sinalizando a paz.
O Natal não é um só. O menino Jesus também teve seu Natal. E assim o explicou: Eu vim para que tenham vida; eu vim buscar e salvar o que se havia perdido; eu não vim para ser servido, mas para servir e dar a minha vida em resgate de muitos. O Jesus do primeiro Natal até hoje segue seu caminho batendo em todas as portas e dizendo “quem ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele, e ele comigo”.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Deus repousava na manjedoura - Pr. Ricardo Gondim

Há algum tempo, intrigado, comecei a questionar porque Jesus Cristo escandalizou fariseus, saduceus e doutores da lei. Nenhuma novidade me ocorreu: há séculos os judeus aguardavam o Messias. Eles viviam na expectativa política de que um Ungido se levantaria em nome de Deus. Nos setores mais politizados, o Messias viria como o grande libertador – uma encarnação melhorada e glorificada de Moisés; um Dom Sebastião dos tempos antigos. Para segmentos religiosos ortodoxos, o Messias chegaria para renovar os princípios da Torá. O cumprimento da Lei representaria uma renovação espiritual que resgataria o povo para um novo tempo.
Mas além dessa grande espera, Paulo também diz que Jesus foi loucura para os gregos. O Nazareno se revelou um retumbante fracasso porque nunca deixou colar nele as expectativas judaicas e depois, nem as gregas, sobre as ações da divindade. Via-se claramente que em Jesus Deus não se parecia com o Movedor Imóvel de Aristóteles. Ele colocava teologia e filosofia de ponta cabeça.
Se o Deus dos fariseus zelava pelo cumprimento estrito da lei, Jesus a tornava flexível pela misericórdia. Quando perdoou a mulher apanhada no próprio ato do adultério, deixou claro que o poder do amor dobra a rigidez da lei: “Onde estão os teus acusadores. Eu não te condeno, vá em paz e não peques mais”. Nos casos da siro-fenícia, do centurião romano, da “impura” devido a uma menstruação crônica, do endemoninhado gadareno, do cego da calçada, fica claro que qualquer um pode aproximar-se de Deus sem exigências ou protocolos religiosos. Quando Jesus estava por perto, esvaziava-se a ideia de “não-eleito”.
Jesus não comparou Deus a um fiscal punitivo, mas a um pai machucado. No alpendre, enquanto espera a volta do filho perdido, os olhos úmidos do pai eram os olhos de Deus. Sim, mesmo desolado, o velho corre ao encontro do filho sujo, mal cheiroso e o cobre de beijos.
Ricardo Peter intuiu corretamente o porquê do ódio dos fariseus contra Jesus:
Os fariseus começaram a perceber que Jesus estava mudando radicalmente a maneira de entender quem é Deus. Este Deus teria podido provocar confusão e dispersão entre as pessoas religiosas. O comportamento do Deus anunciado por Jesus, do Deus que demonstra um amor incondicionado pelos pecadores, começava a colocar o Deus dos fariseus na sombra. Tinha início uma luta de ‘Deus contra Deus.
A religião judaica antecipara um Deus mais forte que os antigos baalins, que causaram tanto problema. Jesus andou na contramão, ele tomou sobre si a fragilidade dos serviçais. Os conteúdos de sua causa não lidavam com poder, mas com serviço. Os tempos exigiam um líder que convocasse exércitos com a força letal superior às legiões romanas. Mas o Galileu preferia colocar uma criança no colo e dizer: “Dos tais é o Reino de Deus”.
A ambição era posicionar Israel como nação líder. O messias, certamente, vingaria séculos de opressão impostos por egípcios, persas, gregos e romanos. Mas eis que ele abriu o rolo da lei numa sinagoga e leu: “O Espírito do Senhor está sobre mim e ele me ungiu para pregar boas notícias aos pobres”. Se um homem assim, radicalmente humano, comprometido com a escória do mundo, se dizia a expressa imagem de Deus, tal homem precisava ser assassinado. Um Deus fraco não servia aos interesses da religião – como ainda não serve.
Além desta enorme decepção entre os semitas, os gregos também se horrorizaram. Se Deus encarnou assim, como sustentar as ideias de Aristóteles? Jesus não se assemelhava em nada com o conceito de Deus como “Ato Puro” ou como “Motor Imóvel”. O Rabi de Cafarnaum se movia de “viscerais afetos” por uma viúva a caminho de enterrar o filho, chorava diante da sepultura do amigo (a dor de homens e de mulheres dói em Deus; Isaías é enfático- 63.9 -: “Em toda a angústia deles, foi ele angustiado”.), irritava-se quando a religião oprimia e se deixava molhar pelas lágrimas de uma prostituta. Deus não se mostrara apático.
Volto a Ricardo Peter com sua intuição sobre a revelação de Deus que Jesus brindou o mundo:
O Deus de Jesus assume o humano a tal ponto que liberta o homem da exigência de ser como Deus. Deus contém em si, agora o máximo de humanidade. Deus encontra-se imerso no humano. O ‘Reino’ de Jesus não requer seres excepcionais, melhores que o ‘resto dos homens’, que se preocupam em ser por eles contaminados.
Mas, o que verdadeiramente escandalizou no Deus que Jesus revelava foi sua tremenda inconsistência. Como assim, Deus inconstante? Misericórdia é sempre uma tremenda inconstância. A inconsistência de Deus em reverter sentenças, em anular destinos, em refazer histórias, em anular tragédias, foi a marca mais exuberante da vida de Cristo. Até o fato de seu ensino ser vazio de dogmatismos, desestabilizava qualquer teologia. E talvez tenha sido este o pingo que entornou a taça da ira dos fariseus: o Deus inabalável, rigoroso e severo do Antigo Testamento estava ausente nas palavras, gestos e atitudes do filho de Maria.
Ainda hoje, os que distinguem entre o Deus dos fariseus e o Deus de Jesus acharão boas razões para decretar sua morte. O reino que ele inaugurou entre os homens não encontra paralelo com os reinos deste mundo. Seus ensinos não são codificáveis.
Portanto, o Deus que nasceu em uma manjedoura continuará despercebido dos poderosos. Ele só será notado nas realidades singelas e pequenas: grãos de mostarda, meninos e meninas, ovelhas indefesas, desempregados em calçadas, servos inúteis, indignos, filhos pródigos, prostitutas, leprosos, cegos, mendigos, estrangeiros, soldados e exorcistas informais.
Deus poderia escolher muitas maneiras para mostrar-se real, mas preferiu nascer em uma periferia esquecida; optou viver de um jeito que pode ser, poeticamente, comparado ao de um cordeiro.
Depois de séculos, ainda vale a pena celebrar um natal desses.

Soli Deo Gloria.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MASP - Missão Assistêncial Peniel (Casa de Apoio ao Dependênte Químico em Petrolândia)

Somos uma instituição social sem fins lucrativos, fundada em 05/12/03, localizada no Sítio Serrota, S/N – Borda do Lago – Petrolândia-PE - 0**87 9999-0701.
Nosso propósito é a recuperação de dependentes químicos buscando sua reintegração na família e na sociedade como cidadão com capacidade de convívio saudável. Educar e prevenir a comunidade em relação aos prejuízos sociais do uso indevido de álcool e drogas, oferecendo informações e ajuda as famílias.
Em razão da importância desses objetivos, o MASP oferece à comunidade:
PALESTRAS, EXIBIÇÃO DE VÍDEOS EDUCATIVOS, ORIENTAÇÃO POR TELEFONE E ACOMPANHAMENTO TERAPEUTICO AO USUÁRIO BEM COMO APOIO Á FAMÍLIA, E AINDA ENCAMINHAMENTO À INSTITUIÇÕES DE RECUPERAÇÃO E TRATAMENTO.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Orientar familiares e outros quanto a procedimentos e atitudes em relação à Dependência Química, no contexto familiar.
  1. Estimular ações que busquem o bem estar físico, emocional e a reinserção social, estabelecendo parcerias com instituições afins, através de ações de capacitação para o mercado de trabalho, oficinas profissionalizantes, oficinas terapêuticas, aumento da escolaridade.
  2. Disponibilizar reuniões de Grupos de Mútua-Ajuda como: Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Amor Exigente, Pastoral da Sobriedade, Fumantes Anônimos.
  3. Implementar parcerias com as instituições de Ensino Superior para serviços de extensão acadêmica.
NOSSA PROPOSTA DE TRABALHO:
- Abstinência: os Internos deverão ser submetidos à abstinência absoluta da(s) droga(s) de que faziam uso.
- Atender, estimular e desenvolver atividades de promoção humana, social, cultural, educacional e espiritual para pessoas com transtornos decorrentes do uso de subistâncias psicoativas.
- Terapia ocupacional: não permitir que os Internos se entreguem ao ócio, pois isso pode gerar ansiedade e depressão, causas comuns da motivação ao uso de drogas (utilizamos a labor terapia).
- Dinâmica de grupo, para troca de experiências, apoio mútuo e auto-conhecimento: o interno é submetido a reuniões de dinâmica em grupo com outros Internos.
- Palestras e entrevistas individuais com médicos, psicólogos e psiquiatras especializados no assunto, que contribuem voluntariamente nesta obra.
- O período mínimo solicitado pela instituição é de três meses e o máximo vai depender do comportamento do mesmo.
- Vivemos de doações, por isso, a entidade busca firmar parcerias com a sociedade civil E ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS para juntos trabalharmos pela reabilitação dessas pessoas e assim reduzirmos os desdobramentos que a dependência química produz: desemprego, desintegração da família, marginalidade...
PARTICIPE! SEJA UM MANTENEDOR! LIGUE – 9999-0701 / 9956-0251
                                              "Há homens que lutam um dia e são bons.
Há outros que lutam um ano e são melhores
Há os que lutam muitos anos e são muito bons.
Porém, há os que lutam toda a vida.
Estes são os imprescindíveis".

Bertolt Brecht 1898/1996 - Dramaturgo alemão

Bem Vindos ao meu Blog

Olá Queridos, Graça e Paz!!!

Sou Pastor Batista aqui no sertão de Pernambuco (Petrolândia) e desenvolvo um trabalho de recuperação com dependêntes químicos (Masp - Missão assistencial Peniel).

Entre outras paixões no ministério que Deus me deu nesta cidade, está o trabalho de restauração com famílias. Creio que a família é um Projeto de Deus. E sei também que ela tem sido o alvo principal do diabo em nossos dias, por isso vamos postar aqui diversos textos, de diversos líderes, para ajudar pastores e igrejas, líderes de células e de ministérios na conquista de famílias prósperas e saudáveis.

Deus te abençoe ricamente.

Pr. Ricardo Rodolfo